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quarta-feira, 23 de março de 2011

Planeta Sustentável

A lendária Gibson, uma guitarra ilegal?



Empresa usava madeira proibida de Magadascar

Em 2009, a fábrica da icônica guitarra Gibson, em Nashville, foi invadida por agentes federais que levaram partes de guitarras que podiam vir de madeira colhida ilegalmente em Madagascar. A batida policial instantaneamente tornou a Gibson um dos exemplos mais visiveis do cumprimento das emendas à chamada Lei Lacey, que coloca fora da lei a venda de madeira ilegal. Um dos fornecedores da fábrica foi ameaçado de prisão e a empresa ainda pode ser multadas se o Departamento de Agricultura americano provar a ilegalidade. A Gibson não foi formalmente acusada de qualquer crime, mas a ação causou danos à marca. 

A  lei Lacey, em vigor desde 1990, combate o tráfico ilegal de vida selvagem, peixes e plantas. Ela foi expandida pelo congresso, em 2008, e passou a incluir também produtos feitos de plantas, tornando o EUA o primeiro país do mundo a tornar um crime a importação de madeira ilegalmente ceifada. Empresas que importam produtos de madeira têm de adotar medidas apropriadas para verificar que ela foi colhida de acordo com leis locais. 

A Gibson foi escolhida injustamente. O CEO da empresa acrdita que sim. Como compradora há tempos de madeira certificada pelo Conselho de Gobernança Glorestal (um grupo respeitado sem fins lucrativos), a Gibson é conhecida como os "bons mocinhos" em práticas florestais responsáveis. A investigação foi um choque para ela, mas madeira ilegal pode comprometer até as companhias mais focadas no ambiente, por causa de práticas obscuras em sua rede de fornecedores em outros países. 

A indústria de instrumentos musicais corre um risco especialmente alto de encomendas madeira de espécies ameaçadas, ou cortadas ilegalmente, por conta de sua dependência de madeiras como jacarandá para a confecção de guitarras, ou pianos, ou arcos de violinos. Como a rede de suprimento passa por países em desenvolvimento, pode ser difícil rastrear as origens exatas da madeira. A Gibson foi acusada de importar ébano e pau-rosa para os braços de sua guitarra, e o corte destas espécies é proibido em Madagascar desde 1996.

Para empresas que têm marcas importantes a proteger, vale a pena reduzir riscos de inconscientemente violar a lei. Há vários grupos ou organizações que emitem certificados de procedência, comenta o Triple Pundit.

Foto: Fotopedia/Creative Commons
créwditos,link aqui.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Planeta Sustentável

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UMA FERRAMENTA PARA PROJETAR A ARTE DE UM GRAFITEIRO IMOBILIZADO
Zach Lieberman não é pintor ou escultor, mas faz arte. Sua maneira de se expressar é programando software. E foi assim que ele chegou ao projeto que devolveu ao grafiteiro Tempt1 a habilidade de desenhar.

Tempt1 já foi uma figura relevante da arte de rua em Los Angeles. Isso antes de uma doença fazê-lo perder todos os movimentos e deixá-lo apenas com o controle dos olhos. Quando Zach conheceu Tempt1, o grafiteiro se comunicava por um rastreador do globo ocular que, combinado a um teclado virtual, permitia a Tempt1 escrever. O problema: o aparelho custava US$ 20 mil. Zach, então, decidiu se juntar a outros artistas e programadores para desenvolver uma ideia: permitir ao grafiteiro usar os olhos também para se expressar artisticamente, através de um aparelho econômico. Dois anos depois o Eyewriter ficou pronto - e hoje é vendido por apenas US$ 50. "É como se eu estivesse respirando depois de passar 5 anos debaixo da água", disse Tempt1 ao usá-lo. Na etapa seguinte, os desenhos foram projetados nas paredes da cidade - e, assim, Tempt1 voltou a grafitar mesmo imobilizado numa cama. "A maneira como alguém se expressa define quem ela é", diz Zach, "e me emociona devolver isso ao Tempt1 e a outros artistas."

 
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OUÇA O SILÊNCIO
A principal ferramenta de trabalho de Gordon Hempton é um microfone que imita o ouvido humano. Tem o formato de uma cabeça e dois sensores no lugar das orelhas. É uma engenhoca muito parecida com a estrutura do corpo humano para captar sons.




segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Cartuns

Divulgação

humor gráfico

Cartuns alertam para o aquecimento global, em livro

A obra “Aquecimento Global em Cartuns”, idealizada pelo cartunista Léo Valença, reúne desenhos de 25 profissionais que, com bom humor, querem alertar para as consequências do aumento da temperatura do planeta

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Mônica Nunes/Débora Spitzcovsky
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