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segunda-feira, 21 de março de 2011

Futuro está aqui

01 NEGRO + 01 DOWN + 01 POETA = 01 Dia para não esquecer de incluir



Imagem Publicada - um cartaz comemorativo do Dia 21 de Março - Dia Internacional de Contra a Discriminação Racial com a frase de A. Einstein: " Época triste a nossa... mais fácil quebrar um átomo que um preconceito". Logo abaixo estão três pessoas: uma mulher loira à esquerda, uma caucasiana?, um bebê de olhos orientais, um japonês?, ao seu lado à direita esta uma mulher negra, uma africana?, elas estão envolvidos pelo mesmo cobertor de cor verde e barra lilás, unidos eles olham para o futuro onde as diferenças possam ser respeitadas e todas as formas de discriminação sejam eliminadas.01 Negro + 01 Down + 01 Poeta = 01 dia para não esquecer de incluirOs olhos ''diferentes'' de milhares de japoneses nunca foram tão vistos como agora. Esses olhos miúdos, puxados, orientais, também são os olhos que foram classificados de ''mongolóides'', e erradamente aplicados a sujeitos com deficiência intelectual por sua condição genética: a Síndrome de Down.
Hoje, quando Hiroxima e Nagasaki retornam na onda nipônica da Tsunami, esses nossos olhos também se arregalam, e trazem novamente o pesadelo nuclear. E nós, olhamos assustados a onda avassaladora e terrível no sol nascente. Há em nossos inconscientes, como ameaça indelével, uma arma invisível e mortal que nos exterminará: um cogumelo atômico?Telespectadores do Capitalismo de Desastre, inebriados, na distância defensiva, televisivamente continuamos nos esquecendo que o Oriente é aqui. Negamos outros desastres próximo como do Haiti, do Chile e das Serras fluminenses.
As tragédias terminam sendo um passado que esquecemos rapidamente. Esquecemos para não nos mantermos próximos de nossas mais profundas angústias, quiçá de nossa pulsão de morte. Assim como nos esquecemos o pertencimento coletivo à mesma Gaia, o mesmo Planeta.No próximo dia 21 de março novamente estaremos comemorando datas para não esquecer. Os esquecimentos precisam ser vencidos pelo desejo de viver outras experiências, de podermos traçar novas cartografias, vivenciar outras intensidades. Uma dessas vivências eu trago na minha própria pele. É, por isso, que me lembro do Dia Internacional pela Eliminação do Racismo, que foi instituído para rememorar o Massacre de Shaperville, ocorrido em 1960, em pleno Apartheid, quando negros sul africanos foram massacrados pelo exército. Estes negros entram para a história, junto com Mandela, no seu movimento de resistência ao modelo racista e eugenista da Africa do Sul. Um modelo que adocicamos na América Latina e, na Terra Brasilis, é o chamado racismo cordial, e permanece ainda negado por muitos.Por isso precisamos incluir + 1 negro nas comemorações que se farão neste mês.
Temos de incluir um Negro com Síndrome de Down, ou seja, uma diferença que denote e conote criticamente a Diferença. Ao pesquisar a soma das palavras negros + síndrome de down na Internet, em busca de respostas, o que encontrei foi a confirmação de um modelo excludente naturalizado: as perguntas são sobre a existência, como anomalia, de presença da síndrome de down entre pessoas da ''raça'' negra. A pergunta que muitos se fazem: " é verdade que a Síndrome de Down não ocorre em pessoas com a pele negra?"Essa ''inclusão" , que ora faço, é uma afirmação da coincidência de comemorações, pois dia 21 é também o Dia Internacional da Síndrome de Down. E uma pesquisa do CDC dos EUA afirma que as pessoas negras com Sindrome de Down têm sete vezes mais probalidades de morte precoce do que as brancas. Mas não há mais ou menos negros ou asiáticos que pessoas brancas down no mundo. O que há é uma visão medicalizada que transforma as crianças negras em populações mais vulneráveis. E vistas como minoria portanto mais marginalizável, com piores condições de vida, ainda mais por serem negras, reforçando-se a visão biologicista das mesmas.A trissomia 21 é tratada assim como a ''pele'', dentro da visão puramente médica, e algumas perguntas explicitam a visão preconceituosa: Down como doença, e for negra debaixo de duplo preconceito, com a visão racista. Fala-se de ficar ''imune', ''não ter essa anomalia'', "quero saber se os negros tem alguma resistência a isso", enfim na vox populi, ou seja o senso comum do chamado ''povo'', a noção de prevenção afirma que a ''síndrome'' deve ser tratada como uma ''doença a ser evitada'', e se necessário eliminada por um abortamento eugênico.No bojo das frases e falas sobre a existência de negros com síndrome de Down está latente a questão da eugenia. A condição genética da Síndrome de Down a coloca inteiramente inserida no campo da medicina por esta óptica. Já temos, por notícia recente, um teste preditivo sobre a existência de um feto com a síndrome ainda intraútero. Por exemplo, a visão do Dr. Eduardo Fonseca, da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia: "“O nosso sonho é tirar o sangue da mãe e mapear os problemas do bebê. Essa descoberta seria o ‘Santo Graal’ da medicina fetal”. E nessa cruzada pela pesquisa de DNA, como no filme Gattaca, a experiência genética é determinante para a seleção de uma elite humana, dos que ''são válidos", ou seja eugenicamente perfeitos. Um ser humano nascido negro com síndrome de Down seria ''um azar enorme, como se um urubu tivesse feito uma m** duas vezes na mesma cabeça", é o que diria uma médica neurologista que passou e conheci na minha própria história de pai de pessoas com deficiência.Portanto há, para além das crises e catástrofes que nos englobam e engolfam, visões preconceituosas. São modos de ver, sentir, catalogar, segregar ou discriminar que ainda transversalizam, práticas, ações, reabilitações ou até mesmo as legislações. Temos a presença de nossos preconceitos, desde os altos escalões da macropolítica, dos bem intencionados das diversas religiões ou crenças, dos magistrados que ainda crêem e vêem somente "portadores de necessidades especiais hipossuficientes", das famílias que justificam o isolamento suave ou o encarceramento duro dos seus filhos diferentes, dos profissionais de saúde que ainda andam de braços dados com o "retardo mental", dos políticos que se sentem ''legais'' com os ''deficientes mentais''. Falhamos, na comemoração, pelo esquecimento de que todos e todas ainda não conhecemos, nem celebramos com a mesma intensidade e dedicação, um outro Dia da Diferença, um dia para a afirmação de direitos humanos que deveria, transversalmente, combater essas concepções.
Um dia em que Down, negritude e poesia se misturam sem perder suas diferenças, porém exigem a mesma igualdade em direitos. E esse dia é todos os dias, a cada segundo, a cada rotação da Terra.O dia 21 de março também tem uma comemoração "esquecida" assim como negros e pessoas com síndrome de down, é o Dia Internacional da Poesia. Essa comemoração também é uma diferença esquecida, talvez por seu potencial e diversidade. E com certeza em tempos de consumo, individualismo, egocentrismo e incertezas econômico-políticas, a poesia "não tem o mesmo valor".Desde um HaiKai à um verso branco, passando por sonetos e rimas, a poesia pode ser um libelo, uma denúncia de nossos apagões da memória. A história e vida dos poetas que o diga. Por isso deixo como mensagem aos diferentes leitores e leitoras uma poesia de um negro, cubano, que dizia não ser um '' homem puro'', Nicolás Guilhén com suas Palabras Fundamentales:Haz que tu vida seacampana que repiqueo surco en que florezca y fructifiqueel árbol luminoso de la idea.Alza tu voz sobre la voz sin nombrede todos los demás, y haz que se veajunto al poeta, el hombre.Llena todo tu espíritu de lumbre;busca el empinamiento de la cumbre,y si el sostén nudoso de tu báculoencuentra algún obstáculo a tu intento,¡sacude el ala del atrevimientoante el atrevimiento del obstáculo!Façamos, com inspiração, a soma de: 01 poeta negro + os atores do fime City Down + um pouco de ousadia e coragem + o desejo de outro mundo possível + ações para que nossas memórias não sejam apagadas ou melhor deletadas e distorcidas, e teremos uma combinação luminosa e rica de criatividade e invenção para a Vida na Terra em convulsão...Vamos nos atrever na busca de resultados de outras matemáticas do viver?copyright jorgemarciopereiradeandradedefnet (favor citar a fonte, autores e referências em republicações livre em quaisquer meios de comunicação de massa ou mídia)Referências do texto na Internet:"É verdade que a Síndrome de Down não ocorre em pessoas com a pele negra?"http://diariodebiologia.com/2009/10/e-verdade-que-a-sindrome-de-down-nao-ocorre-em-pessoas-com-pele-negra/Massacre de Shaperville - UM DIA PARA LEMBRAR. UMA INFÂMIA PARA ESQUECERhttp://racabrasil.uol.com.br/cultura-gente/130/artigo127852-1.aspCientistas criam novo teste para detectar Síndrome de Down durante a gravidezhttp://oblogcerto-ge.blogspot.com/2010/07/reportagem-da-revista-veja-sindrome-de.htmlFILME - CITY DOWN - A história de um diferente - http://citydown.webnode.com.br/DIA INTERNACIONAL DA SINDROME DE DOWN Mais informações: http://fbasd.blogspot.com/NICOLÁS GUILLÉN - http://www.fguillen.cult.cu/guigale/08.htmVER TAMBÉM NO BLOG - O VIGESSIMO PRIMEIRO DIA - CINEMA E SINDROME DE DOWNhttp://infoativodefnet.blogspot.com/2010/03/o-vigessimo-primeiro-dia-cinema-e.htmlA PAGAR-SE UMA PESSOA COM SÍNDROME DE DOWNhttp://infoativodefnet.blogspot.com/2010/09/pagar-se-uma-pessoa-com-sindrome-de.html .
fonte:InfoAtivo.DefNet

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Educação Especial

Como detectar a perda auditiva em crianças.

Com a evolução da tecnologia é possível ter o diagnóstico da deficiência auditiva cada vez mais cedo. O Teste da Orelhinha, obrigatório em maternidades e hospitais públicos e privados de todo o País e realizado nos primeiros dias de vida do bebê, é um exemplo de como pode ser feita a constatação precoce do problema.

"O ideal é que a deficiência seja detectada o mais cedo possível, para minimizar os prejuízos causados pela perda de audição no desenvolvimento da criança. Habilidades auditivas, linguísticas e cognitivas podem ser afetadas", explica a fonoaudióloga do Grupo Microsom, Maria do Carmo Branco, que ainda orienta os pais a prestarem atenção em algumas atitudes dos filhos para detectar previamente o problema, conforme o desenvolvimento auditivo esperado para cada fase da criança:

- Até quatro meses de idade um bebê deve: mover ou reagir quando alguém fala ou em resposta a qualquer ruído, como um susto quando há um barulho muito alto;

- Aos sete meses, um bebê deve: virar sua cabeça em direção a uma voz ou a um ruído;

- Aos nove meses um bebê deve: virar sua cabeça para descobrir a direção do som, se mexer ou se mover em resposta à voz ou a qualquer som;

- Aos 12 meses, um bebê deve: virar sua cabeça em todas as direções e mostrar interesse na voz de uma pessoa ou um determinado som, repetir alguns sons que os pais fazem;

- Aos dois anos de idade a criança deve: ser capaz de apontar uma parte de seu corpo quando perguntado, de apontar para a imagem certa quando solicitado, ser capaz de executar tarefas simples, como dar-lhe um dos seus brinquedos, quando perguntado;

- Se dentro dessas etapas a criança não reagir como o esperado, deve-se procurar um médico otorrinolaringologista ou um fonoaudiólogo urgente para uma avaliação da audição;

- No caso da presença de perda de audição, o desenvolvimento da linguagem oral poderá não ocorrerá normalmente. Algumas alterações na fala e dificuldades na escola podem surgir, podendo até mesmo ser identificadas por um professor durante as aulas, de acordo com o desempenho da criança;

- Recomenda-se que os pais estimulem a audição das crianças por meio de músicas e da produção de sons durante as brincadeiras, além de oferecer brinquedos com temas sonoros e observar a reação delas.

Segundo a fonoaudióloga, os sintomas de alterações auditivas podem passar despercebidos em um primeiro momento. Se os pais não perceberem nos primeiros meses de vida da criança, certamente identificarão ao longo dos anos. "Quanto antes o problema for detectado melhores serão os resultados do tratamento, possibilitando um desenvolvimento de linguagem adequado e também para melhorar qualidade de vida da criança", afirma Maria do Carmo.

Na grande maioria dos casos, o tratamento se iniciará com a adaptação de aparelhos auditivos. Após o diagnóstico, muitas considerações devem ser feitas no momento de escolher a melhor tecnologia para cada criança. Alguns aspectos, como o tipo e o grau da perda auditiva, a idade da criança e a causa da deficiência, são fundamentais para nortear a escolha dos modelos e dos recursos que o aparelho auditivo deve ter.

Cada criança tem características e necessidades únicas e o avanço da tecnologia aumentou o número de opções disponíveis no mercado, com design e tecnologia sofisticados. Deste modo, a escolha do aparelho mais indicado é um processo que envolve o fonoaudiólogo, a criança e sua família. Para as crianças em idade escolar, recomenda-se também a orientação ao professor, para que este possa ter uma papel positivo no desenvolvimento geral do seu aluno (com PLANIN Worldcom).

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Educação Especial

Português no topo da investigação de software para invisuais

Natural de Vila Verde, cego congénito, integra grupo que desenvolve software livre para invisuais

Abílio Guimarães começou como todos os invisuais a aprender braille, mas desenvolveu conhecimentos que o levaram ao topo da investigação mundial do software para invisuais.

Além do OpenOffice livre (o programa para invisuais custa 1300 euros), Abílio Guimarães tem participado no projecto NonVisual Desktop Access (NVDA), responsável por inúmeras adaptações informáticas que facilitam a vida a quem não vê, como por exemplo, a instalação de som nas caixas multibanco dos Estados Unidos.

A experiência de Abílio Guimarães iniciou-se em Vila Verde, na criação do fundo documental para cegos e amblíopes. Ali foi reunida documentação em braille e suporte áudio. "Fui investigando novos apoios, porque a ambição era alcançar os melhores meios. Investiguei e dei passos para a Informática. A ideia era criar software livre à escala mundial e a oportunidade abriu-se com o convite de um grupo australiano, integrando a investigação que previa instalação de software na região do Texas.

"Elaborei um projecto que envolveu todas as entidades de Dallas e Forthworth. Um cego que esteja numa paragem de autocarro fica a saber para onde vai, as páginas das entidades estão todas adaptadas para cegos. Seria interessante que houvesse esse laivo de inovação na região do Minho", lança o alerta Abílio Guimarães.

Em Vila Verde (e em Portugal), Abílio Guimarães destaca o facto de a Biblioteca Municipal local ser a "única instituição pública a disponibilizar software livre a quem procura. Este espaço vai além da biblioteca comum, preparando as pessoas e formando-as para acolher informação". Em termos práticos, com o software, qualquer invisual pode digitalizar uma carta do banco e ficar a saber o assunto. "Podem aceder e produzir informação, sem dependerem dos outros", destaca Abílio, lembrando que entre os 200 utilizadores já formados contam-se pessoas de todo o país. "Há pessoas que vivem escondidas, devido à sua deficiência. Se este software for alargado a outras instituições, certamente que haverá mais pessoas a aderir". E alerta os responsáveis: "ao nível económico, uma pessoa cega integrada custa muito menos ao erário público".

Abílio garante que quem frequenta o curso "não sai sem saber como evitar um vírus na Internet, usa todos os dedos para escrever, sabe corrigir um texto. Aqui funcionamos como uma espécie de centro consultivo, porque também indicamos que computadores ou telemóveis devem adquirir".
créditos,link aqui.
In: JN online

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Design Inclusivo

O Design Inclusivo vai além da arquitetura e da acessibilidade

Ultimamente muito se fala em Design Inclusivo ou Design Universal.

Quase sempre o foco é entendido erradamente, pensa-se apenas no âmbito arquitectónico. Esquecemos-nos ou não conhecemos os benefícios gerados pelo Design Inclusivo aplicado ao design de produto e ao design gráfico.

Um dos objectivos primordiais do design é proporcionar qualidade de vida a todos, sem excepção.

Entretanto, parece que essa qualidade de vida é apenas um direito dos usuários sem deficiência ou dos utilizadores jovens e saudáveis.

Design Inclusivo

O Design Inclusivo não é um novo género, nem uma especialização separada.
É uma abordagem que garante que produtos e serviços projectados atendem às necessidades do público da forma mais amplo possível, independente da idade ou habilidade.

Duas fortes tendências têm impulsionado o crescimento do Design Inclusivo (também conhecido como Design for All e, como Desenho Universal nos EUA): o envelhecimento da população e o crescente movimento de integração de pessoas com deficiência na sociedade.

Veja alguns mandamentos do Design Inclusivo a serem seguidos:

• Uso equitativo: O design é útil e comercializável para pessoas com habilidades diversas;


• Flexibilidade no uso: O design acomoda uma ampla variedade de preferências e habilidades individuais;


• Simples e intuitivo: O uso do design é fácil de compreender, independentemente da experiência do utilizador, conhecimentos, habilidades de linguagem ou nível de concentração;


• Informação perceptível: o design comunica eficazmente a informação necessária ao utilizador, independentemente de sua capacidade sensorial do usuário;


• Mínimo esforço físico: O design pode ser utilizado de forma eficiente e confortável e com um mínimo de fadiga

Uma regra de ouro é ter sempre em mente que os seniores e as pessoas com algum tipo de restrição serão sempre potenciais utilizadores e devem ser consideradas. Quando são aplicados os princípios de Design Inclusivo, estarão sempre presentes na sociedade e passam a exercer o direito básico de qualquer cidadão de ir e vir, independente de seu estado físico.

Infelizmente ainda se acredita que Design Inclusivo é apenas uma adaptação rápida de um espaço como a construção de uma rampa ou a instalação de elevadores para deficientes. Também, surpreendentemente, muitos designers não têm esse conhecimento ou consciência e ainda acreditam que o bom design é apenas aquele que está nas feiras internacionais de moveis e decoração.

Essa consciência de mudança para uma sociedade inclusiva deve partir de todos os segmentos da sociedade, principalmente do Estado que deve garantir o direito básico de qualquer cidadão de ir e vir, independente de seu estado físico.
Para isso é necessário:

1- Legislação


2- Standard (Normatizações)


3- Inspecções/auto-regulação


4- Mais informações aos fabricantes, empresários (benefícios fiscais, investimento para quem projecta Design Inclusivo)


5- Ensino/Formação em Design Inclusivo em várias áreas de conhecimento (ergonomia, design, engenharia, arquitectura, psicologia, medicina)


6- Prémios e certificações/selos de “Design Inclusivo” em produtos e/ou serviços, sistemas e construções


7 Mais informação ao consumidor (O Design Inclusivo é um direito do consumidor)

Benefícios do Design Inclusivo
 
Democratiza o design permitindo que uma maior variedade de pessoas possa acessar e utilizar o produto directamente (ou com qualquer dispositivo de apoio); permite que o produto seja utilizado em uma variedade maior de ambientes ou situações. O Design Inclusivo é suficientemente flexível para atender às necessidades de qualquer tipo de utilizador e é mais fácil de entender e usar.

O beneficio é individual, mas também se estende ao seu contexto imediato e à sociedade em si. O Design Inclusivo permite uma sociedade mais justa, com mais oportunidades económicas para todos, gera independência física e emocional aumentando a auto-estima e a dignidade das pessoas.
 
O design é assim, uma questão social, já que permite melhorar a sociedade trazendo mais qualidade de vida ao proporcionar produtos, serviços e sistemas idóneos que contribuem para uma sociedade mais sustentável. O Design Inclusivo é socialmente desejável e necessário, mas também é uma oportunidade comercial que não pode ser desprezada.

Produtos e sistemas com Design Inclusivo são mais competitivos, gerando novas oportunidades de mercado e diferenciação quanto aos produtos similares tradicionais. Futuros mercados de consumo serão cada vez mais diversificados em termos de idade e capacidade física.

Agora o foco está em integrar as melhores soluções para todos, apoiado por novas técnicas de pesquisa de design para tornar o processo de desenvolvimento mais centrado no usuário.

Com esse foco é possível criar inovações em sistemas e serviços quotidianos gerando novas dinâmicas urbanas, sociais e económicas que podem servir de modelos e ser aplicáveis a outros contextos, rompendo assim os paradigmas tradicionais e gerando uma sociedade sustentável inovadora.

Artigo completo, com fotografias, em:


Texto adaptado com autorização, para o Ajudas.com da BDXpert.

Autor: Márcio Dupont

Retirado na íntegra de: Ajudas
créditos: link aqui

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Educação Especial

educação
TEATRO INCLUSIVO - Na EM Severino Travi, alunos ouvintes e surdos exibem-se em palcos de festivais e outras escolas

educação especial

A arte de incluir

Trabalhar música, dança e teatro com alunos surdos ainda é raridade. Conheça três exemplos de professores que fazem isso com qualidade...leia mais

Camila Monroe*

sábado, 18 de dezembro de 2010

Educação Especial

Livro “Tudo sobre a Síndrome de Asperger” do psicólogo clinico Tony Attwood

Ontem, dia 16 de Dezembro, a Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger lançou o livro “Tudo sobre a Síndrome de Asperger” sobre a doença, que afecta cerca de 40 mil crianças e jovens em Portugal.

O livro é baseado na experiência directa, de quase trinta anos, do psicólogo clínico e autor do livro, Tony Attwood, que afirma dar os parabéns às crianças a quem é diagnosticada a síndrome. "Isto não significa ser maluco, mau ou deficiente, mas sim pensar de maneira diferente", explica.

“A Síndrome de Asperger é uma forma de autismo e afecta sobretudo as competências sociais das crianças, que sentem dificuldade em socializar. Suspeita-se que personalidades como Fernando Pessoa, Albert Einstein, Isaac Newton, Mozart, Darwin, Stanley Kubrick ou Andy Warhol sofreram desta doença”.
 

Educação Especial

Universidade do Minho entrega 2ª feira os brinquedos adaptados a crianças com paralisia cerebral

Brinquedos adaptados pela Universidade do Minho vão ser entregues às crianças com paralisia cerebral, no dia 20 pelas 14:30.

Na sequência da adaptação de brinquedos realizada no Laboratório de Automação e Robótica (LAR) da Universidade do Minho em Guimarães, para que estes possam ser usados por crianças com paralisia cerebral, informa-se que estes brinquedos serão entregues em várias instituições, as quais foram seleccionadas pelo portal AJUDAS.COM.

Assim, alguns brinquedos serão enviados para Lisboa para serem entregues directamente pelo AJUDAS.COM, outros serão enviados para Vila Real, e os restantes serão entregues na instituição:Leia mais