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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Cine Camarim

05/05 Mostra Comunidades - Cidade de Deus

Em maio o CineCamarim tem a honra de apresentar a Mostra Comunidades. Os filmes exibidos mostram diferentes olhares sobre as comunidades, revelando diversos personagens do cotidiano carioca. Tendo ênfase nos filmes rodados no bairro de Jacarepaguá, a mostra acolherá lançamentos recentes do cinema nacional. Em agradecimento especial às produtoras/distribuidoras: O2 Filmes, Videofilmes, Cine Luz e LuzMágica; pela autorização de exibição dos longas. Contando ainda com a presença do elenco e diretores dos longas a serem exibidos.


05 de maio
Cidade de Deus

Direção: Fernando Meirelles
Elenco:Matheus Nachtergaele, Seu Jorge, Alexandre Rodrigues, Leandro Firmino da Hora.

O filme é uma adaptação do livro  de Paulo Lins, narra a história  da Cidade de Deus, favela carioca conhecida por ser um dos locais mais violentos da cidade. "Um nocaute visual e uma metralhadora na edição", diz a revista Variety; já a francesa Libération :"O filme representa o auge de um novo cinema brasileiro". Além da própria CDD (como é chamada por seus moradores), o longa também foi rodado no conjunto habitacional Nova Sepetiba e na comunidade Cidade Alta. O elenco foi escolhido por jovens atores do grupo Nós do Morro durante oficinas ministradas pelo próprio Fernando Meirelles.

Indicado a 4  Oscars ( Diretor, Roteiro, Fotografia e Edição) e ganhador do BAFTA (British Academy of Film and Television Arts) de Melhor edição.

Camarim das Artes (ao lado do Garriga de Menezes e em frente ao Primus)
Rua Araguaia, 359 - Freguesia / Jacarepaguá
Horário: 19h
@cinecamarim
Quinta-feira 05/05
21 3392-7096
créditos, link aqui.

domingo, 27 de março de 2011

Notícias e Eventos

Espetáculo do Circuito Cultural Paulista em Bananal: As Pagus. Vamos ligar o espetáculo ao conteúdo de biografias sugerido pelo Currículo de SP?

A beleza intrigante, inteligente e multifacetada de Pagu.

Pagu, Oswald de Andrade e o filho do casal.
Patrícia Rehder Galvão, Pagu, defendia a participação ativa da mulher na sociedade e na política - e foi a primeira brasileira do século 20 a ser presa política. Aos 15 anos, estudava para professora na Escola Normal e era colaboradora de um jornal de bairro em São Paulo, com o pseudônimo Patty.De acordo com seu biógrafo Augusto de Campos, o apelido Pagu foi dado pelo poeta Raul Bopp, quando Patrícia lhe mostrou alguns poemas. Bopp sugeriu que ela adotasse um nome literário feito com primeiras sílabas de seu nome e sobrenome: Pagu. Foi um engano de Bopp, pensando que a moça se chamasse Patrícia Goulart. Mas ele escreveu um poema para ela, O coco de Pagu, e o apelido pegou.Tinha 19 anos quando conheceu o casal de modernistas Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral que a apresentaram ao movimento antropofágico e praticamente a "adotaram".Em 1930 Oswald separou-se de Tarsila e se casou-se com Pagu que estava grávida de seu primeiro filho, Rudá de Andrade, nascido no mesmo ano. Três meses após o parto, Pagu viajou para Buenos Aires, na Argentina, para participar de um festival de poesia. Conheceu Luís Carlos Prestes, e voltou entusiasmada com os ideais marxistas.Na volta, filiou-se ao Partido Comunista (PCB), junto com Oswald. Foi o início de um período de intensa militância política. Em março de 1931, o casal fundou o jornal "O Homem do Povo", que apoiava "a esquerda revolucionária em prol da realização das reformas necessárias". Em seus artigos, Pagu criticava as "feministas de elite", e os valores das mulheres paulistas das classes dominantes. Oswald publicou ataques à Faculdade de Direito do Largo São Francisco, chamando-a de "cancro" que minava o Estado. O tablóide foi empastelado pelos estudantes da faculdade e o Secretário de Segurança do Estado mandou fechar o jornal. No mesmo ano, em 15 de abril de 1931, Pagu foi presa como militante comunista, durante uma greve dos estivadores em Santos. Quando foi solta, o PCB a fez assinar um documento em que se declarava uma "agitadora individual, sensacionalista e inexperiente". Seu primeiro romance, "Parque industrial", foi publicada em 1933, mas Pagu teve de assiná-la como Mara Lobo: foi uma exigência do Partido Comunista. A obra é uma narrativa urbana sobre a vida das operárias da cidade de São Paulo. JornalismoCorrespondente de vários jornais, Pagu visitou os Estados Unidos, o Japão e a China. Entrevistou Sigmund Freud e assistiu à coroação de Pu-Yi, o último imperador chinês. Foi por intermédio dele que Pagu conseguiu sementes de soja, enviadas ao Brasil e introduzidas na economia agrícola brasileira. A seguir, Pagu foi à União Soviética. Registrou, em "Verdade e Liberdade", sua decepção com o comunismo: "o ideal ruiu, na Rússia, diante da infância miserável das sarjetas, os pés descalços e os olhos agudos de fome". Filiou-se ao PC na França, onde também fez cursos na Sorbonne, em Paris. Foi presa como militante comunista estrangeira, em 1935. Ia ser deportada para a Alemanha nazista, quando o embaixador brasileiro Souza Dantas conseguiu mandá-la de volta ao Brasil.Pagu separou-se de Oswald de Andrade e começou a trabalhar no jornal "A Platéia". Durante a revolta comunista de 1935, Pagu foi presa e torturada outra vez. Cumpre cinco anos e mais seis meses por se recusar a prestar homenagem a Adhemar de Barros, interventor federal em visita ao presídio. Nesse período, foi perseguida pelos integrantes do PC. Patrícia rompe com o partido ao sair da cadeia, em 1940. Estava muito doente, arrasada, e pesava 44 quilos - tentou suicídio ao ser libertada.No ano seguinte, casada com o jornalista Geraldo Ferraz, teve seu segundo filho, Geraldo Galvão Ferraz. Trabalhou nos jornais cariocas "A Manhã", "O Jornal", e nos paulistanos "A Noite" e "Diário de São Paulo". Com o pseudônimo de King Shelter, escreveu contos de suspense para a revista "Detetive", dirigida pelo dramaturgo Nelson Rodrigues.Voltou a tentar suicídio, em 1949. Nos anos seguintes, foi crítica literária, teatral e de televisão no jornal "A Tribuna", de Santos. Nessa cidade, liderou a campanha para a construção do Teatro Municipal, além de fundar a Associação dos Jornalistas Profissionais. Também criou a "União do Teatro Amador de Santos", por onde passariam os novatos Aracy Balabanian, José Celso Martinez Correa, Sérgio Mamberti e Plínio Marcos.Pagu voltou a Paris em setembro de 1962, para ser operada de câncer. A cirurgia não teve êxito e ela tentou suicídio novamente. Muito doente, viveu até dezembro. Na véspera de sua morte, um último texto seu é publicado em "A Tribuna" - o poema "Nothing".
(Uol- Educação)
http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u655.jhtm
Circuito Cultural Paulista 2011 apresenta:



As Pagus: Peça apresentada pelo Circuito Cultural Paulista

Pagu Senhora está moribunda, quando Pagu Antropofágica pede a ela mais algumas horas para relembrar os instantes vividos intensamente em celas, hospitais, navios e países distantes. Um momento para recordar amigos, amantes, filhos, vida jornalística, artística, política e teatral. O espetáculo traz fragmentos de textos de Patrícia Galvão. Várias vidas, várias obras, múltiplas mulheres em uma só alma.

Duração: 50 min
Classificação indicativa: 12 anos

26/03/2011 - 20 horas - Centro Cultural Carlos Cheminand - Bananal

sábado, 26 de março de 2011

Cineclube Buraco do Getúlio

4º Filme do Ciclo Mulher

De acordo com a Wikipédia, a enciclopédia livre, "um nome próprio é um substantivo que distingue e identifica algo de forma específica, como uma pessoa, um lugar ou entidade geográfica". Marca. Singularidade. Amontoado de letras significativas.

Nome Próprio, de Murilo Salles, navega na escrita como uma grande paixão misturada com a experiência complexa de Camila Lopes, 20 e poucos anos, "fudida", morando fora de casa, marginal, inteligente, blogueira, "promíscua", "esquisita", apaixonada por arte. 


A intensidade e o isolamento. As características de quem não tem compreensão. Nome Próprio: "a palavra que se perdeu, que escapuliu entre (...) dedos, que escorreu por (...) mãos."
assista ao vídeo, link aqui.

VISTA DE ARTE - CRISTINA FALERONI: PLACIDO DOMINGO y su gran noche en Buenos Aires

VISTA DE ARTE - CRISTINA FALERONI: PLACIDO DOMINGO y su gran noche en Buenos Aires

Festival

Inscrições abertas para IX Festival de Música Educadora FM (BA)

As inscrições para o IX Festival de Música Educadora FM estarão abertas a partir da próxima sexta-feira (25/03). A premiação, de R$ 56 mil reais, as categorias e as regras permanecem as mesmas da edição de 2010. Ou seja, para concorrer, o candidato precisa ser baiano ou residir na Bahia há pelo menos dois anos e apresentar até duas gravações inéditas.
Os 14 finalistas (autores e intérpretes) que irão integrar o CD do Festival 2011 serão conhecidos em data anterior ao anúncio dos vencedores nas cinco categorias e suas músicas passarão por um período de veiculação na Educadora FM 107.5 até o dia da premiação final, programada para o segundo semestre.
As inscrições poderão ser realizadas, das 14 horas às 17 horas, diretamente na Rádio Educadora – Rua Pedro Gama, 413e, Federação, Salvador, Bahia, CEP 40 231 000 – ou por meio de postagem via Correios para o mesmo endereço.
Confira as categorias e os respectivos prêmios:
Melhor Música Vocal: R$ 12.000,00
Melhor Música Instrumental: R$ 12.000,00
Melhor Intérprete Vocal: R$ 6.000,00
Melhor Intérprete Instrumental: R$ 6.000,00
Melhor Arranjo: R$ 6.000,00
14 Finalistas do CD: R$ 1.000,00 cada um
créditos, link aqui.

domingo, 20 de março de 2011

Cineclube Buraco do Getúlio

3º Filme do Ciclo Mulher


Primeiro filme da maior atriz brasileira? Sim, aqui no Buraco!
Reações: 

Jornal Movimento Cultural

Lisístrata


Arte em Andamento

LEVE E FORTE COMO UMA BOLHA DE SABÃO

A última edição do Arte em Andamento foi repleta de
surpresas, estreias e belos momentos

Num único dia comemorou-se o Dia Nacional da Poesia, o aniversário de Castro Alves e também de Glauber Rocha. Tantas comemorações mereciam ser a abertura da IV Semana da Poesia do Rio de Janeiro e o Arte em Andamento realizou esta abertura com muita arte e confrades celebrando a liberdade de expressão.

Dentro de mais um Verão Acústico, o Art Hostel Rio abriu suas portas na Urca para realizarmos a edição 54 do sarau. Ellas & Os Monstros estiveram presentes dizendo belos textos de Torquato Neto e Chico Buarque. Leão Leibovich, Thereza Christina Rocque da Motta e Isa Blue também estiveram presentes e presentearam também. 

Glaucia Chris apresentou junto com Patrícia Grégori e Jane Balzana seu novo grupo vocal Feminina. Dalberto Gomes e a galera do Ratos Di Versos também prestigiaram nossa noite e engranderam o sarau.

Continuando as atividades da IV Semana da Poesia, o Arte em Andamento estará junto com o Ponte de Versos realizando um sarau na estação do metrô Cidade Nova, nesta segunda, 21/03, a partir das 16h até às 18h. É só chegar!

A próxima edição do Arte em Andamento será na segunda, 28/03, na Urca. Venha fazer conosco uma linda festa das artes!

Siga o Arte em Andamento no Twitter: @arteemandamento.
Para ver outras fotos de Roberta Dittz da ed. 54, clique aqui.

sábado, 19 de março de 2011

Cineclube Ciência em foco

A foto em foco



No filme do Ciência em Foco de 2 de abril, Blow up (Antonioni, Itália, 1966), a fotografia está em primeiro plano. Cena de um misterioso e duvidoso crime, ela reatualiza questões filosóficas de tempos remotos: representação e realidade, poesia e verdade, mito e logos. A imagem fotográfica também é ponto de partida para a palestra do professor de filosofia Patrick Pessoa. A partir da adaptação que Antonioni faz de um conto de Cortázar, no qual baseou seu filme, serão discutidas as multifacetadas relações entre representação, reprodução, tradução e crítica.
créditos, link aqui.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Exposição de fotográfica

Cultura


Exposição "Marcados para", de Claudia Andujar

arte engajada

Exposição "Marcados para", de Claudia Andujar
arte engajada
Os índios Yanomami de Claudia Andujar, em SP
Exposição fotográfica mostra o registro dos índios Yanomami realizado pela artista na década de 1980

Mônica Nunes/Ana Luíza Vastag
Planeta Sustentável - 14/03/2011

Acontece hoje, no Centro da Cultura Judaica, às 20h, a abertura da mostra "Marcados para", assinada pela artista Claudia Andujar, considerada referência na fotografia brasileira e na luta pelos índios da Amazônia.

Através do olhar da fotógrafa, cria-se um vínculo inesperado entre suas lembranças de infância com judeus “marcados para morrer”, e seu ativismo em relação aos Yanomami, “marcados para viver”. Essas duas visões adquirem um sentido dentro da própria exposição. Em 1944, no fim da Segunda Guerra Mundial, quando tinha treze anos, Claudia reporta ter seu primeiro encontro com os “marcados para morrer”, na Hungria. “Meu pai, meus parentes paternos, meus amigos de escola, todos com a estrela de Davi, visível, amarela, costurada na roupa, na altura do peito, para identificá-los como “marcados”, para agredi-los, incomodá-los e, posteriormente, deportá-los aos campos de extermínio.”, explica a artista em seu livro.

Trinta anos depois, já na década de 1980 e morando no Brasil, Claudia Andujar desenvolveu um projeto como fotógrafa engajada na questão indígena. É nessa época que a artista realiza sua primeira viagem à Amazônia, acompanhando médicos em expedições de socorro na região.

Com a curadoria de Eduardo Brandão, a série apresentada possui 87 fotos, três ampliações especiais, 20 contatos e 20 desenhos realizados por índios Yanomami, produzidos durante o trabalho realizado por Andujar. Também ficam expostos os livros publicados sobre a artista.

Data: de 15 de março a 12 de junho
Ingresso: gratuito* (Os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria do Centro e estão sujeitos à lotação do espaço)
Horário: 3ª a sábado, das 12h às 19h e domingo, das 11h às 19h
Classificação: Livre
Endereço: Rua Oscar Freire, 2.500 (ao lado da estação Sumaré do Metrô)
Tel.: (11) 3065-4333

arte engajada
Os índios Yanomami de Claudia Andujar, em SP
Exposição fotográfica mostra o registro dos índios Yanomami realizado pela artista na década de 1980
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Mônica Nunes/Ana Luíza Vastag
Planeta Sustentável - 14/03/2011

Acontece hoje, no Centro da Cultura Judaica, às 20h, a abertura da mostra "Marcados para", assinada pela artista Claudia Andujar, considerada referência na fotografia brasileira e na luta pelos índios da Amazônia.

Através do olhar da fotógrafa, cria-se um vínculo inesperado entre suas lembranças de infância com judeus “marcados para morrer”, e seu ativismo em relação aos Yanomami, “marcados para viver”. Essas duas visões adquirem um sentido dentro da própria exposição. Em 1944, no fim da Segunda Guerra Mundial, quando tinha treze anos, Claudia reporta ter seu primeiro encontro com os “marcados para morrer”, na Hungria. “Meu pai, meus parentes paternos, meus amigos de escola, todos com a estrela de Davi, visível, amarela, costurada na roupa, na altura do peito, para identificá-los como “marcados”, para agredi-los, incomodá-los e, posteriormente, deportá-los aos campos de extermínio.”, explica a artista em seu livro.

Trinta anos depois, já na década de 1980 e morando no Brasil, Claudia Andujar desenvolveu um projeto como fotógrafa engajada na questão indígena. É nessa época que a artista realiza sua primeira viagem à Amazônia, acompanhando médicos em expedições de socorro na região.

Com a curadoria de Eduardo Brandão, a série apresentada possui 87 fotos, três ampliações especiais, 20 contatos e 20 desenhos realizados por índios Yanomami, produzidos durante o trabalho realizado por Andujar. Também ficam expostos os livros publicados sobre a artista.

Data: de 15 de março a 12 de junho
Ingresso: gratuito* (Os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria do Centro e estão sujeitos à lotação do espaço)
Horário: 3ª a sábado, das 12h às 19h e domingo, das 11h às 19h
Classificação: Livre
Endereço: Rua Oscar Freire, 2.500 (ao lado da estação Sumaré do Metrô)
Tel.: (11) 3065-4333
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Acontece hoje, no Centro da Cultura Judaica, às 20h, a abertura da mostra "Marcados para", assinada pela artista Claudia Andujar, considerada referência na fotografia brasileira e na luta pelos índios da Amazônia.

Através do olhar da fotógrafa, cria-se um vínculo inesperado entre suas lembranças de infância com judeus “marcados para morrer”, e seu ativismo em relação aos Yanomami, “marcados para viver”. Essas duas visões adquirem um sentido dentro da própria exposição. Em 1944, no fim da Segunda Guerra Mundial, quando tinha treze anos, Claudia reporta ter seu primeiro encontro com os “marcados para morrer”, na Hungria. “Meu pai, meus parentes paternos, meus amigos de escola, todos com a estrela de Davi, visível, amarela, costurada na roupa, na altura do peito, para identificá-los como “marcados”, para agredi-los, incomodá-los e, posteriormente, deportá-los aos campos de extermínio.”, explica a artista em seu livro.

Trinta anos depois, já na década de 1980 e morando no Brasil, Claudia Andujar desenvolveu um projeto como fotógrafa engajada na questão indígena. É nessa época que a artista realiza sua primeira viagem à Amazônia, acompanhando médicos em expedições de socorro na região.

Com a curadoria de Eduardo Brandão, a série apresentada possui 87 fotos, três ampliações especiais, 20 contatos e 20 desenhos realizados por índios Yanomami, produzidos durante o trabalho realizado por Andujar. Também ficam expostos os livros publicados sobre a artista.

Data: de 15 de março a 12 de junho
Ingresso: gratuito* (Os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria do Centro e estão sujeitos à lotação do espaço)
Horário: 3ª a sábado, das 12h às 19h e domingo, das 11h às 19h
Classificação: Livre
Endereço: Rua Oscar Freire, 2.500 (ao lado da estação Sumaré do Metrô)
Tel.: (11) 3065-4333
créditos, link aqui.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Cineclube Atlântico Negro: OJÚ ONÀ - estréia no Tempo Glauber

Cineclube Atlântico Negro: OJÚ ONÀ - estréia no Tempo Glauber: "Primeira produção do Cineclube Atlântico Negro, este documentário de 25 minutos estréia esta sexta-feira no Tempo Glauber, no Cineclube Esp..."

Teatro Municipal de Cabo Frio

Show CANTOS DE ENCONTRO - Juliana Feliciano e outros!

SHOW CANTOS DE ENCONTRO - JULIANA FELICIANO

Show de Juliana Feliciano - Teatro Municipal de Cabo Frio, dias 16 e 17 de março as 21h.
A cantora de Cabo Frio Juliana Feliciano, apresenta o show: Cantos de Encontro - com músicos da região e muita MPB. A artista se despede dos palcos da cidade em duas únicas apresentações, antes de iniciar turnê na Europa e EUA. Serão noites de encontros com grandes músicos parceiros de sua carreira, como: Fábio Japa, Afrânio, Alden Fraiz, Cleiton e Guga, além de outras participações. 
A banda, que terá bateria, percussão, guitarra, violão e baixo, e inclusive a sonoridade de um piano, levará ao palco do Teatro Municipal alegria e poesia de melodias brasileiras e internacionais, como Roberta Sá, Maria Rita e Elis Regina. Ingressos a R$20,00 inteiro e R$ 10,00 meia-entrada. Venda Antecipada na Body Club, Rei do Mate, Loja Swell e uma hora antes do show na bilheteria do Teatro Municipal de Cabo Frio. 

Infos: 8809-4578 (Yuri) ou 87*22864 (André Ramos)
Agradecendo a atenção,
Yuri Vasconcellos

Galeria aberta

Exposição de Aguarelas de Maria Aurora Pires Marques

Exposição de Aguarelas   
Sábado, 19 de Março · 16:00 - 19:00
Local: a cup of tea - rua Brito Capelo, 1221, Matosinhos, Portugal

Fenêtre de Cultura

Mostra"Imagens Históricas da Itália Unida".

O Consulado Geral da Itália de Porto Alegre promove a
Mostra“Imagens Históricas da Itália Unida”para
celebrar os 150 anos da Unificação da
Península Italiana.




A Mostra inédita, que estará aberta ao público de 17 de março às 19h até 10 de abril, na Usina do Gasômetro é composta de ilustrações, documentos e fotos históricas. São imagens cedidas pelo Museu Histórico da Fotografia da Província de Lodi, outros museus, colecionadores, e pelo reconhecido pesquisador lodigiano Silvano Bescapè com Curadoria da artista Adriana Donato.
“Imagens Históricas da Itália Unida” é o título da mostra comemorativa aos 150 anos da Unificação da Itália, promovida pelo Consulado Geral da Itália em Porto Alegre. A exposição reúne ilustrações, documentos e fotos históricas cedidas pelo Museu Histórico da Fotografia da Província de Lodi (Lombardia), além de outras instituições e colecionadores.
A exposição busca prestar uma homenagem aos artífices da unificação italiana, como Giuseppe e Anita Garibaldi, Mazzini e Cavour. São imagens da segunda metade do século XIX, feitas por fotógrafos cuja identidade muitas vezes se perdeu, mas que provavelmente estavam entre os patriotas e combatentes.
Está prevista também uma teleconferência entre as autoridades de Porto Alegre e da cidade e da Província de Lodi, para comemorar os 150 anos da Unificação.



segunda-feira, 14 de março de 2011

Anima Mundi

Seleção de curtas de Annecy!

Saiu a seleção de curtas do mais antigo festival de animação do mundo, o Festival Internacional de Annecy.
Foram escolhidos 178 filmes para competição (competição de curtas, filmes de escola, videoclipes, filmes publicitários, filmes educativos/científicos/industriais, séries e especiais de TV) e 35 fora de competição.

Dentre os 43 filmes selecionados para a competição de curtas, ao menos 4 já passaram pelo Anima Mundi 2010: A Lost and Found Box of Human Sensation (Alemanha) de Martin Wallner e Stefan Leuchtenberg, Schlaf (Suíça) de Claudius Gentinetta e Frank Braun, Something Left, Something Taken (EUA) de Max Porter e Ru Kuwahata, e Zbigniev’s Cupboard (Polônia/Grã-Bretanha) de Magdalena Anna Osinska. Dos 60 filmes de escola, um também andou pelo Anima Mundi no ano passado: Serenade (Coreia do Sul) de Han Bit Lee.

Tempestade - César Cabral
Mas é na seção fora de competição que está a maior felicidade desta seleção. Dos 35 filmes escolhidos, 3 estiveram no Anima Mundi e um deles é brasileiro! São eles: Babioles (França) de Matthieu Auvray (Matray), Muzorama (França) de Elsa Brehin, Raphaël Calamote, Mauro Carraro, Maxime Cazaux, Émilien Davaud, Laurent Monneron e Axel Tillement, e o nosso Tempestade (Brasil) de César Cabral. E como uma alegria puxa outra, outro canarinho também participa dessa mostra hors-concours: Timing (Brasil) de Amir Admoni.

Ainda falta a seleção de longas-metragens que será divulgada no próximo dia 15.

Fenêtre de Cultura

EXTINTO HOSTIL - Expo Jotapê.Pax



"Galera! Estou com uma exposição no Rio nessa terça-feira dia 15 de março!


Aos amigos que vivem aqui (no Rio), ou os de Porto Alegre que gostam do meu trabalho e acompanham pelo meu facebook e pelo flickr presenciem mais um momento de grande alegria pra mim e para o meu trabalho.


Segue release e link com vídeo de divulgação!
Compartilhem no face para os amigos e me ajudem a divulgar esse momento super feliz que estou vivendo.
Pra quem está em Porto, segue a expo nA VIRGEM Bar, na Olavo Bilac.


Jotapê Pax tem 26 anos.Nasceu e vive em Porto Alegre - RS.
Por curiosidade começou a perceber as pinturas e intervenções na cidade, participou de algumas oficinas e eventos mas foi em 2000 ,com 16 anos que começou a intervir e procurar mais referências.
Hoje, vem se destacando no cenário nacional por sua arte refinada e rica em detalhes, linhas e formas geométricas marcantes, tendo com referência arte egípcia, inscrições primitivas e literatura de cordel.
Já participou com sua arte em projetos especiais de design, exposições, mostras de graffiti e campanhas publicitárias, e tem como sua marca a mosca, com olhos verdes e asas longas, bastante conhecida por quem acompanha os graffitis pelas ruas.
JOTAPÊ PAX vem ao Rio de Janeiro trazendo a exposição INSTINTO HOSTIL onde traz a concepção sobre os homens em questão da sobrevivência no mundo em que vivemos."




http://www.vimeo.com/20938817


Aquele abraço!


Jotapê Pax - Núcleo Urbanóide
51. 93175805  51. 33983983
www.flickr.com/paxbrasil

Sitecurupira

Festival Internacional de Cinema Ambiental recebe inscrições até dia 26

Brasília - Terminam na próxima sexta-feira (26) as inscrições para o 12° Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica), que neste ano será realizado de 8 a 13 de junho na Cidade de Goiás (GO). Até o início desta semana, 209 filmes de 44 países estavam inscritos na primeira etapa de seleção do festival.


As inscrições podem ser feitas pelos Correios. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis na página do festival na internet, no endereço www.fica.art.br


Podem concorrer documentários, obras de ficção, séries para televisão e animações com temática ambiental produzidos a partir de janeiro de 2008. O festival recebe produções em filme e vídeo, de cineastas profissionais e amadores.


Considerado o maior festival de cinema do gênero na América Latina, o Fica vai distribuir R$ 240 mil em prêmios em sete categorias. A principal, entregue ao destaque do festival, tem prêmio de R$ 50 mil.


Em 2009, o vencedor foi o documentário Corumbiara, de Vincent Carelli. O filme mostra o massacre de um grupo de índios isolados na gleba Corumbiara, em Rondônia, na década de 1980.


Fonte: Agência Brasil

Repórter: Luana Lourenço

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